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02 de
outubro de 2009
Pela
manhã nossa caravana reuniu-se nos arredores de
Jerusalém, num monte situado ao sul da cidade, bem ao
lado da sede da ONU em Jerusalém. Este monte situa-se no
caminho entre Hebrom e Moriá. Podemos imaginar que
Abraão avistou dali o lugar para onde levaria seu filho
para prestar uma adoração a Deus.
Tivemos
mais de três horas de ministrações neste lugar.
Inclusive o apóstolo Sóstenes foi um dos ministradores.
A manhã terminou com uma palavra muito inspiradora do
apóstolo Renê.
Em
seguida, fomos a Qumrã, no deserto ao sul de Israel,
lugar de muitas escavações arqueológicas e onde viveram
os Essênios nos dias do Novo Testamento. A grande
caravana teve oportunidade de almoçar ali. Em seguida,
avistamos o Mar Morto, cuja visita foi suspensa por
atraso na programação. Fomos direto para En-Gedi, um
oásis no deserto, onde Davi escondeu-se de Saul. Ali
ocorreu a abertura da Festa de Tabernáculos.
Estavam
presentes à festa 4.200 pessoas, conforme informação
oficial do diretor da Embaixada Cristã Internacional de
Jerusalém. Um número surpreendente para o contexto que
envolveu a Festa deste ano. Claro que a caravana
brasileira é a maior, com mais do que o dobro de
componentes da segunda caravana. As condições para a
Festa no deserto são um tanto precárias. Há um jantar
para todos, mas muitos tiveram que comer sentados no
chão por falta de cadeiras.
A Festa
foi bonita, com participação especial de Ana Paula
Valadão, que cantou diversas músicas em inglês. O ponto
alto da noite foi a gravação do cd e DVD de Paul Wilbor.
Este material será lançado em mais de cem países do
mundo e foi gravado na própria festa. Houve um homem que
tocou shofar no início da gravação que me impressionou
de tão maravilhoso que foi.
Voltamos
ao final da abertura da Festa muito cansados por conta
de um dia tão intenso.
Na unção
da prosperidade dos fiéis,
Na unção de um novo mover sobrenatural,
Bispo Paulo R. Petrizi
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