07 de outubro - Mar da Galiléia

CURADOS DO MEDO E DA DÚVIDA

Mateus 14:22-33

Hoje tivemos o privilégio de, logo após um almoço típico maravilhoso, navegarmos no Mar da Galiléia, cenário de tantos acontecimentos marcantes do ministério de Jesus. Ficamos num barco lindo, ocupado apenas com a nossa caravana e depois de cantarmos a música “Rompendo em fé”, meditamos no texto de Mateus 14:22-33.

Essa história, contada também por Marcos e por João, tem lições preciosas para todos nós que somos discípulos de Jesus. Ali no meio daquele grande lago, que de tão grande é chamado de mar, pudemos imaginar a cena dos discípulos, na alta madrugada vendo alguém se aproximando, andando sobre as águas e eles então começam a gritar de medo, apavorados. Então Jesus se apresenta a eles, mostrando que era ele mesmo que ali estava.

Pedro corajosamente também sai do barco e por alguns instantes, caminha como Jesus. Mas, batendo um vento, ele se enche de dúvida e quase  vai ao fundo. Jesus o socorre.

Um discípulo de Jesus é alguém que vive muitas emoções, muitos desafios, muitas situações inéditas e inesperadas. Se você é discípulo de Jesus e está envolvido nas conquistas de territórios, certamente não faltarão emoções e desafios na sua vida. Por isso, todo discípulo de Jesus precisa ser curado de todo medo e toda dúvida.

O medo e a dúvida nos paralisam e nos fazem afundar. As palavras de Jesus para os seus discípulos naquela hora são dirigidas a nós também hoje:  “Coragem! Sou eu! Não tenham medo”.

As palavras dirigidas a Pedro também são as mesmas que Jesus dirigiria a cada um de nós se, tomados pela dúvida, começássemos a naufragar na fé:  “Homem de pequena fé, por que você duvidou?”

Não há limites para um discípulo curado e liberto de todo medo e toda dúvida. Certamente ele será capaz, confiado no poder de Jesus, de fazer coisas extraordinárias como andar sobre as águas.

Deixe o Senhor curá-lo também. Ele tem esse poder e essa disposição. Ao final da experiência tudo o que aqueles homens puderam dizer é que Jesus verdadeiramente era o Filho de Deus. De dentro daquele barco nós também fizemos essa declaração de fé crendo que “se diante de mim não se abrir o mar, Deus vai me fazer andar por sobre as águas”.

Pastora Valéria